Comunico que a partir da próxima semana, dia 6, o Jornal A Cidade irá paralisar sua circulação impressa, mantendo a página do Jornal Online trazendo informações sobre o que acontece em Capelinha.
O motivo da suspensão da circulação do Impresso é que estarei residindo em Montes Claros, onde cursarei pela Funorte o curso de Jornalismo. A duração do curso é de 4 anos. Esclareço ainda, que essa decisão não impede de posteriormente voltar a circular o Jornal, antes ou depois de concluir meus estudos.
Espero ter cumprido durante o tempo em que o Jornal Circulou o papel de que realmente é um jornal: Informar aos leitores sobre os fatos, com responsabilidade, compromisso e clareza; sem emitir opinião.
Agradeço a todos os meus clientes, que se tornaram verdadeiros amigos, sempre acreditando no meu potencial e no meu trabalho, apesar de não possuir formação. Agradeço ainda aos amigos, que de alguma forma contribuíram, com criticas, elogios, sugestões e opiniões.
E a todos de uma forma especial que acompanhou, seja de perto, ou de longe o meu trabalho. Foram 88 Edições de muita luta e esforço, mas sempre acreditando que poderia dar o meu melhor.
Vários fatos e acontecimentos demonstraram que nos últimos anos, Capelinha foi palco de várias transformações sociais e econômicas. Esses fatos aconteceram, em virtude da chegada de novas oportunidades e o acesso a informação que acabou gerando na cidade, uma nova mentalidade, fazendo com que a população começasse a reagir positivamente a esse grande choque.
Essa mudança impactou tanto a sociedade, que também atingiu com grande força o pensamento da população no tocante a política. Apesar de alguns estarem desanimados com ela, uma parcela considerável da população vem manifestando através de diversas atitudes que é preciso romper com o velho modelo instaurado em nossa região em que ainda se baseia na política do pão e circo, tornando a sociedade refém dos seus interesses.
Se antes, o poder era garantido através do investimento alto feito nas eleições e nas cestas básicas distribuídas no apagar das luzes, hoje os eleitores estão bem mais atentos a esse jogo, pois sabem que os grupos políticos que investem altos valores para terem o poder, podem estar querendo ressarcir o dinheiro investido nas eleições com juros e correção monetária durante o período em que estiverem governando, colocando a mão no dinheiro que é do povo.
Candidatos a Vereadores e a Prefeitos serão intimados pela comunidade a assumir o compromisso de desenvolver um debate de idéias, e não de comportamentos; de apresentarem seus planos de governo, baseando-se naquilo que realmente pode ser cumprido, e não somente esperanças que enganam o povo.
Por fim, Tudo acontecerá e contará com a presença e atenção especial dos meios de comunicação que vão assumir o papel de intermediador desse debate, se tornando a voz da população e a resposta do candidato.
* Texto publicado na Edição de Janeiro da Revista Sou + Minas.
Aconteceu nesta quinta-feira, dia 26, o julgamento pelo TRE dos vereadores de Capelinha: Laerte Barrinha, Cleuber Luiz e Zezinho da Vitalina.
A Côrte do Tribunal Regional Eleitoral, em Belo Horizonte, decidiu por 5 votos a zero pela permanência dos três vereadores na Câmara Municipal de Capelinha. Com essa decisão, os juízes do TRE entenderam que os três vereadores tiveram razão em sair do Partido da República – PR de Capelinha, caracterizando, assim, que eles foram prejudicados com a troca de comando do partido de forma repentina e sem qualquer comunicado prévio ou chance de defesa junto ao Diretório Estadual do partido.
O julgamento e a decisão unânime a favor dos três vereadores pelo TRE foram acompanhados pelos advogados Dr. José Roberto Mendonça de Belo Horizonte e Dr. Rodrigo Bebiano Pimenta de Capelinha. O processo também teve o acompanhamento do advogado capelinhense Dr. Nicodemos Evaristo Cordeiro.
Os vereadores Laerte Barrinha, Cleuber Luiz e Zezinho da Vitalina foram denunciados pelo Partido da República – PR de Capelinha – no final do ano passado, acusados de infidelidade partidária por terem desfiliados do PR. Em sua defesa, os três vereadores justificaram a impossibilidade de permanecerem no partido, pois estariam ameaçados de perseguição e sujeitos a serem prejudicados em suas candidaturas nas eleições deste ano.
No decorrer do caso, o Procurador do Tribunal Eleitoral e o Juiz Relator do processo deram parecer a favor dos vereadores e contra o PR, inclusive propondo o arquivamento do processo sem julgamento do mérito. No entanto, o julgamento foi marcado para hoje e os juízes do TRE acompanharam os dois pareceres e votaram por unanimidade pela permanência dos três vereadores em suas cadeiras na Câmara Municipal de Capelinha.
Capelinha MG: TSE divulga data do julgamento de vereadores por infidelidade partidária
A bancada Municipal do PR (Partido da república) pediu a cadeira de três vereadores da Cidade de Capelinha! O PR alega infidelidade partidária ou abandono do partido por parte dos vereadores, sem respaldo da legislação vigente! O TSE divulgou o acompanhamento processual, definindo como 26 de Janeiro de 2012 a data do julgamento.
No programa obrigatório de rádio: A VOZ DO BRASIL, veiculado nesta quinta feira (12/01/12) o deputado mineiro Leonardo Monteiro do PT, comentou sobre a expansão do ensino superior para diversas regiões do Estado de Minas Gerais.
Ao falar sobre a UFVJM o deputado deixou claro que no Alto Jequitinhonha o lugar mais apto para receber o campus da faculdade é a Cidade de ITAMARANDIBA, já que segundo ele Itamarandiba polariza o maior número de cidades, portanto ficaria mais adequado para a instalação de mais um campus da UFVJM.
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Em entrevista ao Jornal A Cidade, a Cantora e Compositora Maria Letícia fala sobre carreira e sua expectativa para o seu primeiro CD
A CIDADE:Como você começou na música?
MARIA LETICIA: Desde pequena convivo com a música. Meu avô, Ulisses Batista, e toda a família, trazem essa tradição. Cresci nesse ambiente musical. Mas foi aos 12 anos que me descobri como compositora, na mesma época em que decidi aprender a tocar violão. Essas novas descobertas me levaram a conviver com a musicalidade também fora de casa.
A CIDADE:Quando foi sua primeira apresentação em público?
MARIA LETICIA: Minha primeira apresentação em público aconteceu aos 14 anos, na Casa da Cultura de Capelinha/MG, no projeto “É Preciso Ousar Neste Lugar”, junto ao Coral Canta Minas, a convite de Tadeu Oliveira. Já minha primeira apresentação solo, foi no Galpão Cultural, em 2005.
A CIDADE: Quando você começou, já tocava este estilo musical?
MARIA LETICIA: Não. Por influência do Tadeu Oliveira (que foi o responsável por me colocar nos palcos, e a quem considero meu pai cultural), comecei cantando músicas regionais. Depois de algum tempo, passei pela MPB e hoje, confesso ser bastante complicado definir meu estilo. É uma mistura de vários ritmos, mas com notável influência do jazz, funk soul, e samba.
A CIDADE: Quais foram as dificuldades que vocês enfrentaram no inicio do trabalho?
MARIA LETICIA: Acredito que a maior dificuldade que enfrentamos seja com relação ao tipo de música que fazemos. A cultura de massa impõe alguns estilos musicais. Isso acaba influenciando os pequenos centros, que olham com uma certa resistência para o que é diferente.
A CIDADE: Como você se sente agora com o lançamento do seu primeiro CD?
MARIA LETICIA:É a realização de um sonho que a muito tempo venho planejando. Há mais de oito anos me apresento, e sem dúvida todo esse tempo foi essencial para o meu amadurecimento, e principalmente para encontrar os parceiros perfeitos! Poder dividir a minha música, o palco, e todos esses sonhos com Marisa D'Carvalho e Homero Kaú, faz tudo ter mais sentido. Eles conseguem sentir o que quero transmitir com minhas canções, e traduzem da forma mais incrível esse sentimento.São músicos de talento ímpar! Esse CD vem concretizar todas as coisas pelas quais estamos lutando, faz algum tempo.
A CIDADE: O que se pode esperar do primeiro álbum de vocês?
MARIA LETICIA:Estamos trabalhando para que o CD fique com a nossa cara! Confesso não ter sido fácil escolher apenas 12 canções entre cerca de 40 composições. Mas temos buscado o melhor resultado. É um disco que vem mostrar a nossa versatilidade musical, resumindo todas as nossas influências e experiências adquiridas ao longo do tempo.
A CIDADE: Em que você se inspira para escrever tantas letras?
MARIA LETICIA: Apesar do jeito subjetivo de escrever, todas as minhas letras falam de mim. É tudo muito verdadeiro. Falam dos meus sentimentos, dos momentos da minha vida! As letras são escritas para eternizar esses momentos. Mas tudo isso passa a ter vida quando Homero e Marisa criam os arranjos, sempre tão fiéis ao que a letra quer transmitir.
A CIDADE: Alguma mensagem final?
MARIA LETICIA: Gostaria de agradecer a todos aqueles que, de alguma forma, contribuem com o nosso trabalho, possibilitando a realização de tudo isso! A todos que me ensinaram o caminho, e que abriram as portas para mim. Agradeço pelo convite do jornal "A Cidade". E que em breve todos possam apreciar o nosso disco, que está sendo feito com todo o carinho! Um grande abraço. Música e Paz!