quinta-feira, dezembro 15, 2011

Material para construção deve ficar mais barato

Aroaldo Alves, proprietário do depósito Santa Efigênia, comemorou a desoneração que,segundo ele, deve aumentar suas vendas em 10% (Alexandre Guzanshe/EM/D.A/Press)
Aroaldo Alves, proprietário do depósito Santa Efigênia, comemorou a desoneração que,segundo ele, deve aumentar suas vendas em 10%


Boa notícia para o mineiro que planeja construir ou reformar a casa própria: a Assembleia Legislativa aprovou na terça-feira, em segundo turno, o Projeto de Lei (PL) 2447/11. A matéria reduz para até zero a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de materiais de construção, como areia, brita, laje pré-moldada, telhas e tijolos cerâmicos. A maioria desse grupo, hoje, é taxada em 7% (veja quadro). Por outro lado, quem pensa comemorar a notícia com uma rodada de bebida alcóolica deve ficar atento, pois o mesmo texto aumenta o tributo do produto, com exceção da cachaça, de 25% para 27%. O cigarro também sofrerá o mesmo aumento.


O PL 2447 segue para redação final na Assembleia. Em seguida, será enviado para sanção ou veto do governador Antonio Anastasia (PSDB). Dificilmente a nova norma será barrada pelo tucano, pois o texto foi elaborado pela sua equipe econômica e social. É preciso, porém, um decreto regulamentando cada item cuja alíquota será alterada. Os decretos vão revelar ainda qual será a redução da alíquota para cada produto citado no PL 2447, pois, de acordo com o projeto de lei, a queda pode levar a alíquita a “até zero por cento”. De qualquer forma, empresários que atuam na construção civil, setor que mais teve itens listados no texto, elogiaram a medida.


Donos de depósitos asseguram que vão reduzir o preço dos produtos assim que os decretos forem publicados. “Caindo o custo do material, o giro de vendas aumenta. Acredito que, na minha loja, o crescimento nos negócios será, num primeiro momento, em torno de 10%”, comemora Aroaldo Alves Santos, dono do depósito Santa Efigênia, no bairro de mesmo nome. Longe dali, no João Pinheiro, Márcio Pedrosa, proprietário do depósito Roma, comemora o PL: “Vamos repassar a diminuição do preço para o consumidor. Para nós, haverá um plug na venda”.


Por outro lado, o mercado imobiliário ainda não sabe se o PL 2447 vai alterar o preço de imóveis novos. Isso porque as grandes construtoras, que adquirem grande volume de material junto aos fornecedores, aproveitam o poder de barganha e já pagam menos pela matéria-prima.


“Toda medida governamental que visa redução de custo deve ser aplaudida de pé. Mas acredito que a redução vai beneficiar mais o (chamado consumidor) formiguinha, aquele que compra diretamente no depósito. No caso das construtoras, ainda não sei se vai interferir, pois compramos grande volume diretamente das fábricas”, explicou Geraldo Jardim Linhares Júnior, vice-presidente da área de Materiais, Tecnologia e Meio Ambiente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG).

Kit gás e feijão

O projeto de lei aprovado em segundo turno ainda reduz a alíquota do kit para gás natural veicular (GNV), atualmente em 18%. A redução será para até 12%, mas, mais uma vez, o percentual correto será confirmado em decreto. O texto também incluiu, como havia prometido o governo, o feijão, cujo ICMS atual é de 7%. O produto poderá ter o tributo zerado.



Já o cigarro e a bebida alcóolica terão o imposto aumentado. O novo percentual de 27% precisa de decretos e de obedecer ao Código Tributário. Os aumentos só podem vigorar depois de 90 dias da publicação dos referidos decretos. Segundo a Secretaria da Fazenda, “a bebida alcoólica e o cigarro, produtos considerados supérfluos, terão adicional de 2%, percentual que será destinado ao Fundo de Erradicação da Miséria (FEM), cujo propósito é instituir um mecanismo financeiro de custeio específico para programas sociais que assegurem aos cidadãos mineiros que se encontrem em situação de miséria condições de superá-la”.

quarta-feira, dezembro 14, 2011

População não participa das reuniões da Câmara, aponta pesquisa

As reuniões ordinárias da Câmara Municipal realizadas de 15 em 15 dias no plenário, continuam sem a presença da população Capelinhense. 

Desde o inicio do ano, o Jornal A Cidade, tem acompanhado o trabalho dos Vereadores na Câmara Municipal, um levantamento prévio, aponta que a presença dos cidadãos nas reuniões é de cerca de 10%.

A pesquisa também mostrou que 90% dos que participaram das reuniões da Câmara foi motivado ou pela aprovação de algum projeto que beneficie certa parcela da comunidade, ou pela premiação, homenagem ou evento destinado a comunidades, escolas, cidadãos Capelinhenses ou associações.

Ajude a Apae ajudar!

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Capelinha – APAE – atende 103 alunos com deficiências diversas e tem como finalidade estatutária promover o bem estar e a inclusão da pessoa com deficiência.
A Instituição é filantrópica e para realizar suas atividades conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Capelinha, sócios contribuintes e voluntários.
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Câmara de Capelinha quer ouvir sugestões sobre o plano diretor

Vista parcial do centro de Capelinha

A Câmara Municipal de Capelinha está agendando ainda para o final deste ano a votação do Plano Diretor do Município pelos vereadores. Mas antes da votação final, os representantes de órgãos, entidades e instituições ou qualquer cidadão podem ter acesso ao Plano Diretor para leitura e apresentação de sugestões. O documento foi elaborado por uma equipe técnica contratada pela Prefeitura Municipal contendo três volumes com todas as informações, orientações e diretrizes para o ordenamento das ações a serem realizadas em todas as áreas do município de Capelinha após a sua aprovação final pela Câmara. Segundo Laerte Barrinha, presidente do Legislativo, “essa é a grande oportunidade que todos os capelinhenses têm para conhecer e colaborar com o aperfeiçoamento do Plano Diretor, pois o que está em jogo é o futuro de nosso município”. Os interessados em contribuir com o Plano Diretor de Capelinha devem comparecer à Câmara Municipal até o dia 23 de dezembro, de segunda a sexta-feira, de 08:00 às 11:00 horas e de 13:00 às 17:00 horas.

Festas de fim de ano abrem cerca de 16,5 mil vagas temporárias em Minas

Papais Noéis, elfos, ajudantes, eletricistas, costureiras, marceneiros e montadores compõem a grande lista de vagas abertas no fim do ano e que não estão, necessariamente, no varejo

Paulo Henrique Lobato - Estado de Minas
Publicação: 14/12/2011 06:00 Atualização: 14/12/2011 06:42

Evanilson Lacerda e Louise Lacerda, Papai Noel e auxiliar na Casa do Papai Noel montada em Nova Lima (Beto Magalhães/EM/D.A Press)
Evanilson Lacerda e Louise Lacerda, Papai Noel e auxiliar na Casa do Papai Noel montada em Nova Lima


O eletricista Marcelo de Souza, de 45 anos, e o técnico em manutenção de piscinas Evanilson Alevato, de 46, cumprem missão especial até 24 de dezembro. Fantasiados de Papai Noel, encantam crianças, alimentando nos pequenos o sonho de uma vida melhor. Em contrapartida, recebem milhares de sorrisos, carinho e um salário diário de R$ 100. Os dois não se conhecem, mas engrossam a multidão de brasileiros que aproveitam o Natal para engordar o rendimento da família. Pesquisa da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) mostra que cerca de 16,5 mil vagas temporárias devem ser abertas no estado em razão das festas de fim de ano. Já estudo da Federação do Comércio de Minas Gerais (Fecomércio) apurou que 70,8% dos empresários do setor abririam vagas temporárias no último trimestre do ano. Pudera: 88,5% dos entrevistados, segundo a mesma entidade, avaliaram que as vendas em 2011 serão melhores do que as de 2010.
A maior parte das vagas temporárias, no entanto, é destinada a vendedores e profissionais ligados aos bastidores do comércio, como seguranças e estoquistas. Mas várias outras funções têm oportunidades especiais nesta época do ano, como eletricistas e decoradores. Atuando nesta última função, Alexandre Gurgel assina a decoração da Praça Bernardino Lima, a principal de Nova Lima, na Grande BH. A contratação dele se refletiu na abertura de mais de 80 empregos temporários. “São costureiras, montadores etc. Em média, cada pessoa recebeu R$ 1 mil. Durante a montagem da casinha do Bom Velhinho e da iluminação da praça, por exemplo, houve dia em que largamos serviço às 3h e voltamos (à labuta) às 7h. Foi cansativo, mas valeu muito”, disse.

Uma das pessoas contratadas para o novo e temporário cartão-postal de Nova Lima é o Papai Noel Evanilson. Até as 18h, ele ganha a vida limpando e fazendo manutenção em piscinas. Às 19h, porém, coloca a grande barba postiça, calça as pesadas botas pretas, veste a tradicional roupa vermelha e solta o grito: “Ho! Ho! Ho!”. “Me fantasio de Papai Noel há 15 anos. Em 2011, vou receber R$ 1,5 mil por 15 dias. Mas, mais importante do que o dinheiro, é o carinho do público. Sabe o que é ver uma criança correndo em sua direção? E tem outro detalhe: muitos idosos vêm ver o Bom Velhinho. Eles tentam resgatar o sonho de criança. É fantástico”, revela.

Personagem principal da casinha do Papai Noel de Nova Lima, ele conta com a ajuda de Telma Lacerda, de 43, que organiza a fila de crianças, e da jovem Louise Marilac Silveira, de 22, que se veste de duende para receber o público ao lado do Bom Velhinho. Recém-graduada em administração de empresas, ela recebe R$ 70 diários pela função, que considera prazerosa. “Com o dinheiro, vou comprar presentes para o namorado e familiares. O restante vou guardar, pois, como ainda estou procurando emprego como administradora, vou usar parte do recurso para me manter.”

CAPITAL Já em BH, o Papai Noel Marcelo de Souza divide carinho e alegria com crianças e adultos que visitam a vila do Bom Velhinho montada no salão principal da prefeitura, com entrada pela Avenida Afonso Pena. “É o segundo ano em que me fantasio. Me emociono várias vezes ao dia”, afirma Marcelo, que conta com o apoio de seis monitores no local. O coordenador da turma, Daniel Salomão, de 20, explica que “a magia do Natal contagia a todos”.

“Deixei a faculdade de farmácia e vou começar a de arquitetura. Aproveito para ganhar um dinheiro extra”. Daniel e os outros monitores ganham, cada, R$ 90 diários. Felipe Lacerda, de 18, que cursará o último ano do ensino médio em 2012, pensa usar o dinheiro numa viagem para Cabo Frio (RJ). Já a fluminense Carolina Brasil, de 26, trocou Arraial do Cabo (RJ) por Belo Horizonte há um mês. Turismóloga, ela procura um emprego na área. Enquanto isso, integra a equipe de Daniel.

Muito além  do Polo Norte
O Papai Noel Marcílio de Souza e os monitores da Casa do Papai Noel montada no interior da Prefeitura de BH (Túlio Santos/EM/D.A Press)
O Papai Noel Marcílio de Souza e os monitores da Casa do Papai Noel montada no interior da Prefeitura de BH
O Natal não rende bom faturamento apenas aos homens que se vestem de Papai Noel e seus ajudantes. Eventos nessa época do ano também abrem centenas de postos de trabalho temporário. A 1ª Feira de Natal, que ocorre de hoje a 18 de dezembro, no Minascentro, em Belo Horizonte, beneficiou cerca de 200 pessoas, que desempenham funções de vendedores, montadores, eletricistas, entre outras. A feira deve atrair 25 mil consumidores e é a última destinada ao Natal na capital. Bom para quem expõe seus produtos, mas também para os temporários.
É o caso do eletricista Claudeci Fonseca, de 40 anos, que receberá R$ 80 por dia trabalhado. “O evento veio em boa hora, pois, como trabalho por conta própria, faltam oportunidades em janeiro e fevereiro. Por isso, para suprir a falta de trabalho no início do ano, preciso economizar nos outros 10 meses”, conta o profissional. O mesmo ocorre com o montador Edcleyton Silva Messias, de 33, cujo ganha-pão vem da força de trabalho vendida aos organizadores de ventos.

“A diária para o montador varia de R$ 80 a R$ 100. Muita gente terá uma ceia melhor em razão dessa feira”, avaliou Edcleyton. A 1ª Feira de Natal é organizada pela Tecnitur, em parceria com a Associação Comercial do Estado de Minas Gerais (ACMinas). “É uma chance de abrir mais espaço para a empregabilidade”, resume Roberto Fortes, presidente da ACMinas.

MEDO DO DESEMPREGO
A economia tem sempre os dois lados da moeda. Enquanto o comércio de BH abre centenas de vagas temporárias, pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) apurou que o medo do brasileiro de perder o emprego aumentou. O chamado Índice de Medo do Desemprego passou de 78,7 pontos, em setembro, para 81,6, em dezembro, alta de 3,7%. O índice varia de 0 a 100 e foi elaborado com base nas respostas de 2.002 moradores de 141 cidades. A CNI informou ainda que, na comparação com dezembro de 2010, a alta foi de 2,9%.

R$ 70 a R$ 100

É o valor da maioria das diárias  em eventos e instalações específicas de Natal

segunda-feira, dezembro 12, 2011

EVENTO:

MANIFESTAÇÃO EVANGÉLICA NO DIA DA BIBLIA


Centenas de carros saíram pelas ruas da cidade de Capelinha em carreata histórica no último sábado, jamais foi vista tamanha mobilização religiosa na cidade, O motivo foi a comemoração do Dia da Bíblia, Igrejas evangélicas de Capelinha, deixaram as "placas de suas igrejas" de lado e se tornaram um só povo proclamando Jesus pelas ruas da cidade.
A mobilização teve inicio as 17:30 e percorreu ruas dos bairros Piedade, Centro, Vila Operária, Acácias, Planalto e Maria Lúcia, ao final da carreata se encontraram e fizeram grande celebração na quadra da Escola Estadual  Geralda Otoni, com a apresentações musicais das igrejas locais e a palestra do Pr. Isaías de  Montes Claros MG.
Com informações do Portal Aranãs

DO SITE DO DEPUTADO REGINALDO LOPES

LINK: http://www.reginaldolopes.com.br/?pagina=integra&secao=educacao&cd_noticia=2347

Em reunião promovida por Lopes, MEC garante que UFVJM abrirá campus em cidades do Vale


Uma grande notícia para todo o Vale do Jequitinhonha. Na última terça-feira, 6, o Secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Luiz Cláudio Costa, garantiu que a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) terá sua expansão com abertura de campus na região, a partir de 2013. Em reunião promovida e coordenada, em Brasília, pelo deputado federal Reginaldo Lopes, uma comitiva do Alto Jequitinhonha entregou o projeto técnico de campus da UFVJM em Capelinha ao secretário do MEC.
 
 
O encontro contou com a presença de 16 lideranças da região, entre elas cinco prefeitos, quatro vereadores, líderes sindicais e partidários e representantes do Movimento “A UFVJM é nossa!” das microrregiões de Capelinha e Almenara, além do deputado federal Leonardo Monteiro.
Estavam presentes na Audiência os prefeitos Pedro Vieira, de Capelinha; Carlos Magno Ferreira, de Água Boa; Zélia Cardoso de Souza, de Angelândia, do Alto Jequitinhonha; Fabiany Ferraz, de Almenara e Raniene Jose da Silva, de Santo Antônio do Jacinto, do Baixo Jequitinhonha; três vereadores de Capelinha, Cleuber Luiz, Wilson Coelho e Laerte Barrinha, além do presidente da Câmara de Água Boa.
 
O Movimento “A UFVJM é nossa!” estava representada por Álbano Silveira Machado, de Berilo, e Hélio Souza, de Capelinha. Terezino do Sindicato, Fátima Pimenta e Nicinha estiveram presentes como representantes sindicais, de movimentos sociais e partidários de Capelinha, e Aécio do Sindicato, de Almenara. A Comitiva de Capelinha foi liderada por Welito Vitor, Chefe de Gabinete da Prefeitura.
 
 
Após a fala de todos os presentes, o professor Luiz Cláudio registrou a prioridade que o governo Lula deu à educação superior, realizando a sua interiorização com a criação de Universidades Federais e arrematou. “De 10 Universidades criadas, nove tiveram a nota quatro no ENADE, em uma escala de zero a cinco, mostrando que os habitantes destas regiões esquecidas pelo Estado davam respostas positivas com o aproveitamento dos seus estudantes”.
 
O secretário do MEC informou que não poderia precisar quantos campi seriam criados e em quais cidades. Somente no segundo trimestre de 2012 poderia divulgar os resultados de um estudo técnico que será feito pelo Ministério.
 
Critérios para instalação de campus
 
1 - Estar a uma distância de 200 km de outros campi já instalados;
2 - Ter uma densidade demográfica e educacional de ensino médio que justifique tal projeto;
3 - Possuir infraestrutura urbana e operacional de serviços públicos e privados;
4 – Possuir uma facilidade de acesso às cidades vizinhas. Este acesso, segundo o REUNI, deveria contemplar um universo mínimo de 200 mil habitantes. A região com maior densidade populacional seria priorizada;
5 – Oferecer a contrapartida local com doação de terreno para construção da infraestrutura do campus.
Luiz Cláudio disse que muitas cidades gostariam de ter um campus, porém os critérios técnicos acima deveriam ser seguidos e sua estrutura mínima inicial teria cinco cursos.
 
As cidades de Capelinha, Araçuaí e Almenara, no Alto, Médio e Baixo Jequitinhonha, respectivamente, já apresentaram seus projetos, mostrando viabilidade técnica e geopolítica em suas candidaturas. Estas cidades se candidatam a ser sedes dos três campi, conforme aprovação do Conselho Universitário (CONSU) da UFVJM. Os projetos atendem a todos os critérios exigidos pelo MEC e Reitoria da UFVJM.
 
Outras cidades do Vale do Jequitinhonha se movimentam para também apresentarem seu desejo de ter um campus. Itaobim, no Médio Jequitinhonha, também apresentou projeto técnico procurando se viabilizar como sede de campus.
 
Recentemente, nos últimos 15 dias, duas cidades do Alto Jequitinhonha, Minas Novas e Itamarandiba, também se apresentaram como candidatas.
 
Com informações do Blog do Banu